O jacaré esquiador

Um pescador com mais de quinze anos de pesca, Toninho Tranqueira, como é conhecido no ramo. De tardezinha ele não tinha pego nenhum peixe, de repende fisgou um dos grandes, e puxava pra cá, puxava pra lá. O piloteiro notou que não era pintado nenhum mas sim um jacaré, mas o piloteiro não falou nada!
O piloteiro saiu forte com o bote pois o Toninho queria pegar o tal “pintado”. Enrolou a linha no braço e mesmo assim, com o jacaré quase que esquiando, não percebeu a diferença dos dois bichos..
Até que ele se tocou, e meio desiludido disse: “bom vamos comer o rabo dele então”.
Explicando: Do jacaré só se aproveita a carne da parte trazeira

Mas o nosso pescador de carteirinha, trouxe o jacaré pra próximo do bote, e em vez dele bater o porrete na cabeça do bicho, bateu no anzol, e aí todos já imaginam… o jacaré e o anzol se foram depois de tanta briga.

Ufa.. essa cansou!!!

E que pintado!
Essa é a do Clodoaldo, um dia ele estava doido para pegar um pintado, mas na turma, todos já haviam pego um, menos ele então o pescador resolveu sair a noite, entrou no bote e foi; de repente o cara sentiu a fisgada, ele trancou, e quecebeu que o bicho era grande. “Esse é o maior pintado do Paraguaia”, destacou o nosso pescador.
Então o rala e rola começou, puxa de um lado, puxa do outro.. e o piloteiro disse: “acho que é jacaré”, ele: “é nada você não entende nada” derepente o pintado subiu no barranco e sumiu no mato…

Com essa história o nome do pescador ficou: cro cro galho

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